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O que preciso para viajar com meu cão para os Estados Unidos: requisitos e dicas

Planos e escapadas

Viajar para os Estados Unidos com o seu cão é possível, mas precisa de estar bem informado para evitar contratempos. Desde vacinas obrigatórias até controlos na alfândega, cada passo conta para que o seu peludo o possa acompanhar sem problemas.

Neste artigo, explicamos de forma clara e atualizada quais documentos você precisa, quais são os requisitos sanitários e como preparar a viagem de avião, seja para férias ou para se mudar.

Porque sim, atravessar o Atlântico com seu cachorro pode ser uma experiência inesquecível… se você organizar tudo direitinho!

É possível viajar com cachorro para os Estados Unidos?

Sim, é possível viajar com seu cachorro para os Estados Unidos, mas não é tão simples quanto comprar uma passagem e fazer as malas. As autoridades americanas têm uma regulamentação muito rigorosa quanto à entrada de animais, especialmente para proteger a saúde pública e evitar a transmissão de doenças como a raiva. Isso significa que você precisará cumprir vários requisitos sanitários, ter a documentação adequada e seguir certos passos antes, durante e depois da viagem. Além disso, em caso de dúvida, é recomendável consultar o site oficial do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) ou o consulado/embaixada correspondente, pois os requisitos podem variar ou ser atualizados.

Vamos ver ponto a ponto o que você precisa saber antes de dar o salto com seu peludo:

Regulamentação geral para entrada de animais de estimação

Os Estados Unidos permitem a entrada de cães como animais de companhia, mas exigem que eles cumpram certas condições sanitárias e de documentação. Os requisitos podem variar ligeiramente conforme o estado para onde você viaja, mas todos são regulamentados a nível federal pelo CDC (Centers for Disease Control and Prevention) e pelo USDA (Departamento de Agricultura dos EUA). É fundamental consultar sempre as fontes oficiais antes de planejar a viagem.

Desde 2026, os Estados Unidos endureceram os controles para cães provenientes de países com risco de raiva (a Espanha é considerada um país de baixo risco, mas ainda assim exige vacinação e documentação específica).

É possível viajar com cães na cabine?

Sim, algumas companhias aéreas permitem que seu cão viaje com você na cabine se ele cumprir certas condições: deve ser de pequeno porte, caber em uma caixa de transporte homologada e não exceder o peso máximo estabelecido (geralmente entre 8 e 10 kg, incluindo a caixa). Caso contrário, ele deverá viajar no porão como bagagem especial.

É muito importante reservar este serviço com antecedência, pois o número de animais de estimação permitidos por voo é limitado.

Quais raças têm restrições?

Algumas companhias aéreas ou empresas de transporte podem restringir a viagem de raças braquicefálicas (como buldogues, pugs, boxers ou shih tzus) devido ao risco das mudanças de pressão e temperatura durante o voo. Além disso, certos estados ou condados dos EUA podem ter leis sobre raças potencialmente perigosas, como os pitbulls.

Embora, em geral, os EUA não proíbam nenhuma raça a nível federal, é sempre bom verificar a regulamentação do estado ou cidade de destino e consultar diretamente a companhia aérea antes de reservar.

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Documentação obrigatória para viajar com seu cão para os EUA

Se você quer viajar com seu cão para os Estados Unidos, não basta tê-lo vacinado e pronto. Você precisará preparar com antecedência a documentação específica que as autoridades americanas exigem na entrada. Esses requisitos variam ligeiramente dependendo do país de origem do cão (a Espanha é considerada um país de baixo risco de raiva, o que facilita as coisas), mas há certos documentos que são imprescindíveis em quase todos os casos.

A seguir, explicamos os principais documentos que você precisará. No entanto, recomendamos que antes de viajar você sempre verifique o site oficial do CDC e, se tiver dúvidas, entre em contato diretamente com a embaixada ou consulado dos EUA na Espanha, pois os requisitos podem mudar ou variar conforme o caso específico.

Passaporte europeu para animais de companhia

Embora o passaporte europeu não seja válido como único documento para entrar nos EUA, ele é útil para demonstrar o histórico de vacinações, dados do microchip e estado sanitário do animal. É um documento reconhecido dentro da UE e serve como respaldo para outros exames, mas não substitui os certificados exigidos pelo CDC ou USDA.

Recomendamos levá-lo junto com o restante da documentação.

Certificado Veterinário Internacional (CVI)

O Certificado Veterinário Internacional (também chamado de 'Certificado Zoossanitário') é obrigatório para muitos trâmites de entrada em países fora da UE, e os Estados Unidos não são exceção.

Em geral:

· Deve ser emitido por um veterinário oficial autorizado na Espanha (não vale apenas o veterinário habitual).

· Na Espanha, é processado através do Ministério da Agricultura, e normalmente é emitido em inglês e espanhol.

· Sua validade geralmente é de 10 dias a partir da emissão (verifique as datas conforme o voo).

· Deve indicar claramente o número do microchip, as vacinas administradas (incluindo a antirrábica) e o estado de saúde do animal.

Você pode se informar em detalhes no site do MAPA: https://servicio.mapama.gob.es ou ir diretamente à sua oficina regional agrária ou veterinário autorizado para exportações.

Comprovante de vacinação antirrábica (válida e com chip)

Este é o documento mais importante. Desde julho de 2026, o CDC exige que todos os cães provenientes de países como a Espanha tenham:

· Um microchip implantado antes da vacinação.

· Uma vacina contra a raiva válida, administrada por um veterinário autorizado.

· Um certificado de vacinação antirrábica completo e em inglês, com assinatura do veterinário e dados da vacina (nome comercial, número do lote, data de administração, data de validade…).

Atenção:
Se seu cão nunca foi vacinado contra a raiva, ou foi vacinado recentemente, pode ser que você não possa viajar imediatamente. Alguns cães devem esperar 28 dias após a vacinação antes de entrar nos EUA.

Além disso, em alguns casos (por exemplo, se você viveu em um país de risco nos últimos 6 meses), também pode ser exigido um teste de anticorpos neutralizantes (título de raiva), emitido por um laboratório homologado.

Consulte o formulário oficial do CDC para saber qual documentação você precisa especificamente: Ferramenta de Formulário de Importação de Cães do CDC

 

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Requisitos sanitários e controles alfandegários

Além da documentação em ordem, seu cão deve cumprir certos requisitos sanitários para poder entrar nos Estados Unidos sem problemas. As autoridades de fronteira, especialmente os inspetores do CDC (Centers for Disease Control and Prevention) e do USDA, podem inspecionar o animal na chegada e solicitar comprovantes de seu estado de saúde.

Vejamos os principais requisitos sanitários que você deve considerar antes da viagem:

Vacinação antirrábica: exigências do CDC

Os Estados Unidos não permitem a entrada de cães sem proteção contra a raiva, salvo raras exceções. A partir de julho de 2026, o CDC exige:

· Que o cão esteja vacinado por um veterinário autorizado, com vacina reconhecida internacionalmente.

· Que o microchip tenha sido colocado antes da vacinação.

· Que o cão tenha pelo menos 6 meses de idade ao entrar no país.

· Que seja apresentado um certificado de vacinação antirrábica completo e em inglês, com todos os dados necessários.

Em alguns casos, pode ser solicitado um teste sorológico (título de anticorpos) para comprovar que o animal está realmente protegido.

Importante:
O certificado de vacinação não deve estar vencido no momento da viagem. Se a vacina estiver prestes a expirar, recomendamos vacinar novamente antes de viajar (sempre pelo menos 28 dias antes do voo).

Chip de identificação

O microchip é obrigatório e deve cumprir as seguintes condições:

· Deve ser compatível com scanner internacional ISO 11784/11785.

· Deve ser implantado antes de aplicar a vacina antirrábica.

· Seu número deve constar corretamente em todos os documentos (passaporte, certificado veterinário, comprovante de vacinação…).

Se o microchip não for legível na chegada ou não coincidir com a documentação, a entrada do animal pode ser negada ou ele pode ser enviado para quarentena.

Exame veterinário antes da viagem

Na maioria dos casos, você deverá apresentar um certificado confirmando que o animal foi examinado por um veterinário nos dias anteriores à viagem e que está clinicamente saudável para voar e entrar nos Estados Unidos.

Este exame geralmente faz parte do processo de obtenção do Certificado Veterinário Internacional (CVI), mas é importante não deixá-lo para a última hora, pois:

· Alguns veterinários devem estar oficialmente autorizados para emiti-lo.

· O documento pode ter validade limitada (normalmente 10 dias).

· Você precisará levá-lo impresso e, em alguns casos, traduzido para o inglês.

Possíveis quarentenas ou revisões adicionais

Embora os Estados Unidos não imponham quarentena de forma geral para cães provenientes de países de baixo risco (como a Espanha), reservam-se o direito de fazê-lo em casos específicos, por exemplo:

· Se os documentos estiverem incompletos ou apresentarem erros.

· Se o cão parecer doente na chegada.

· Se o cão for proveniente de um país de alto risco ou tiver viajado recentemente para um.

Nesses casos, seu cão pode ser retido temporariamente para observação, revisão por um veterinário autorizado, ou até mesmo ter a entrada negada e ser devolvido ao país de origem.

Por isso é fundamental levar toda a documentação correta, atualizada e organizada.

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Companhias aéreas e voos: como seu cão viaja?

Uma das partes mais delicadas da viagem é escolher como e com qual companhia aérea você voará com seu cão. Nem todas as empresas aceitam animais, e as condições para isso variam bastante entre elas. Além disso, os Estados Unidos têm regras rigorosas sobre o transporte aéreo de animais de estimação e, em alguns casos, você pode precisar de uma permissão adicional ou reserva antecipada.

Por isso, é fundamental se informar bem, comparar opções e confirmar todos os detalhes com a companhia aérea antes de comprar a passagem.

Cães na cabine vs. no porão

Em voos internacionais para os EUA, os cães podem viajar de duas formas:

· Na cabine: só é permitido se o cão for pequeno e, junto com a caixa de transporte, não ultrapassar o peso máximo permitido (normalmente entre 7 e 10 kg). Deve ir debaixo do assento da frente e dentro de uma caixa de transporte homologada.

· No porão: para cães médios ou grandes. Viajam como bagagem especial (pet cargo) em uma área pressurizada e climatizada do avião. Neste caso, a caixa de transporte deve cumprir as normas IATA e ter um tamanho adequado para que o cão se mova confortavelmente.

Cada opção tem vantagens e desvantagens. Se seu cão for pequeno, viajar na cabine pode ser mais tranquilo. Se for maior, a viagem no porão será a única opção, por isso é importante acostumá-lo previamente à caixa de transporte.

Requisitos da caixa de transporte e peso máximo

A IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo) estabelece normas gerais que quase todas as companhias aéreas seguem:

· A caixa de transporte deve ser sólida, com ventilação em três lados, base impermeável e fecho seguro.

· Seu cão deve poder levantar-se, virar-se e deitar-se confortavelmente dentro dela.

· Na cabine, a caixa de transporte deve caber debaixo do assento e ser flexível ou semirrígida, dependendo da companhia.

· No porão, deve incluir bebedouro e comedouro fixados, com água disponível.

· Algumas companhias aéreas também exigem etiquetas com os dados do cão, o endereço de destino e o número do microchip.

Consulte sempre os requisitos exatos no site da sua companhia aérea, pois pode haver variações.

Custos aproximados e dicas para reservar o voo

O preço para levar seu cão no avião varia muito conforme a companhia aérea, o tipo de voo e se ele vai na cabine ou no porão. Como orientação:

· Na cabine: entre 50€ e 150€ por trecho.

· No porão: entre 150€ e 300€ por trecho, embora em voos intercontinentais possa ser mais.

Dicas úteis:

· Reserve com antecedência: muitas companhias aéreas só permitem 2-3 animais por voo.

· Confirme sempre por escrito a aceitação do seu cão (algumas exigem isso explicitamente).

· Se seu cão for braquicefálico (buldogue, pug…), consulte se a companhia permite o transporte no porão, pois muitas o proíbem.

· Escolha voos diretos para reduzir o estresse do animal.

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Conselhos antes, durante e depois da viagem

Viajar para os Estados Unidos com seu cão requer planejamento, paciência e uma boa dose de organização. Aqui estão algumas recomendações práticas que ajudarão você a preparar a viagem de forma responsável e a reduzir o estresse tanto para você quanto para seu peludo.

Visita ao veterinário antes de voar

Marque uma consulta com seu veterinário com várias semanas de antecedência para:

· Verificar se seu cão está em boas condições de saúde.

· Confirmar que o microchip está corretamente implantado e registrado.

· Verificar se a vacina antirrábica está em vigor e, se necessário, revacinar.

· Solicitar o Certificado Veterinário Internacional (CVI) e qualquer outro documento oficial necessário.

· Consultar se é recomendável administrar algum tratamento antiparasitário ou ansiolítico (embora muitos veterinários não recomendem sedar os cães para voar).

Acostume seu cão à caixa de transporte

Um dos maiores erros é apresentar a caixa de transporte no mesmo dia da viagem. Para evitar o estresse:

· Deixe-a em casa várias semanas antes com um cobertor ou brinquedo dentro.

· Pratique trajetos curtos ou simulações de viagem.

· Se o cão for no porão, certifique-se de que ele se sinta seguro dentro da caixa fechada.

A caixa de transporte deve se tornar o lugar seguro dele, não um castigo.

O que levar na mala para seu cão

Além da sua bagagem, prepare uma mochila ou bolsa específica para seu cão com:

· Cópia impressa de toda a documentação (passaporte, CVI, certificado de vacinação...).

· Coleira, arnês, focinheira se exigido pelo aeroporto ou destino.

· Caixa de transporte aprovada pela companhia aérea.

· Petiscos, saquinhos para fezes e lenços umedecidos.

· Cobertor ou camiseta com seu cheiro (para acalmá-lo).

· Bebedouro portátil e comida para as primeiras horas após a chegada.

Não se esqueça de verificar as regras de importação de alimentos para animais de estimação nos EUA: em geral, não é permitido levar comida úmida ou ração não lacrada. Consulte sempre a companhia aérea ou as autoridades aduaneiras.

Adaptação ao novo fuso horário e ambiente nos EUA

Assim que chegarem ao destino:

· Dê tempo ao seu cão para descansar e se adaptar.

· Mantenham uma rotina o mais estável possível: passeios, horários de refeição, momentos de calma...

· Se viajarem para áreas quentes ou frias, fiquem atentos à temperatura e ao chão (asfalto, neve...).

· Certifique-se de localizar um veterinário próximo assim que chegarem (por precaução).

Tenha em mente que a mudança de fuso horário pode alterar os horários de sono e de alimentação, então observe-o e adapte a rotina gradualmente.

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Preciso de algo diferente se viajar para os EUA por turismo, trabalho ou residência?

Sim, embora muitos requisitos sejam comuns, há diferenças importantes dependendo do motivo e da duração da sua estadia nos Estados Unidos. Não é o mesmo passar algumas semanas de férias do que mudar-se para trabalhar ou estudar lá com o seu cão.

Vamos ver o que ter em conta conforme o seu caso:

Estadias curtas vs. mudança definitiva

· Se viaja por turismo (férias, visita a familiares, etc.), e a sua estadia for inferior a 30-90 dias, o habitual é que:

· Só precise da documentação sanitária e de entrada habitual (CVI, vacina antirrábica, microchip…).

· Não lhe peçam trâmites extra, a menos que vá para certos estados com regulamentações específicas.

· Se viaja para viver nos EUA (trabalho, estudos ou residência), pode ser que precise de:

· Certificados complementares conforme o estado para onde se muda.

· Documentação adicional para registar o seu cão no país.

· Cumprir com normas locais de vacinação, licenças municipais, seguros, etc.

Em ambos os casos, é fundamental rever a regulamentação do estado ou cidade de destino.

Recomendações se planeia mudar-se com o seu animal de estimação

Mudar-se com o seu cão implica mais do que passar pela alfândega:

· Investigue se no seu local de residência exigem licenças para ter cão.

· Em alguns casos, deverá registar o animal na cidade ou condado (por exemplo, Nova Iorque exige licença anual).

· Certifique-se de contratar um seguro de responsabilidade civil, se for necessário.

· Localize um veterinário de confiança ao chegar.

· Se o seu cão pertence a uma raça restrita em certos estados (como pitbull, american staffy ou rottweiler), informe-se bem antes de se mudar.

Em caso de dúvida, contacte o consulado americano, a embaixada ou o departamento de saúde animal do estado para onde se muda.

Trâmites adicionais conforme o estado de destino (Califórnia, Nova Iorque, Flórida…)

Cada estado pode ter requisitos adicionais, por exemplo:

· Califórnia: exige certificado sanitário válido (emitido nos 10 dias anteriores) e prova de vacinação antirrábica. CDFA – Saúde Animal

· Nova Iorque: requer licença municipal se for residir por mais de 30 dias. Alguns apartamentos têm restrições por raça ou tamanho.

· Flórida: os condados podem ter normas próprias sobre raças ou registo de animais perigosos.

Recomendação chave: Antes de viajar, consulte a regulamentação local no site do departamento de agricultura ou saúde do estado para onde vai. Se não encontrar a informação, pergunte diretamente ao consulado americano em Espanha.

 

Recursos úteis para planejar sua viagem com cachorro aos Estados Unidos

Viajar com seu cachorro para os EUA pode ser muito mais simples se você aproveitar os recursos adequados. Aqui estão links oficiais, aplicativos recomendados e ferramentas que podem ser muito úteis tanto para você quanto para a acomodação pet-friendly onde chegar.

Sites oficiais

· Centers for Disease Control and Prevention (CDC) – Seção “Bringing a Dog into the U.S.”, onde são explicados os requisitos de importação para cães. (CDC)

· United States Department of Agriculture (USDA) / Animal and Plant Health Inspection Service (APHIS) – Página “Pet Travel” com informações sobre animais de estimação que entram no país e regulamentações estaduais. (aphis.usda.gov)

· Departamento de Estado dos EUA (U.S. State Department) – Informações gerais sobre viagens internacionais com animais de estimação, companhias aéreas e regulamentações. (state.gov)

· Lista de regulamentações por estado – no site do USDA/APHIS você pode consultar os requisitos adicionais que o estado de destino pode impor. (aphis.usda.gov)

Aplicativos e ferramentas para viajar com animais de estimação

Sugerimos considerar os seguintes (verifique a disponibilidade na Espanha/EUA):

· Um aplicativo de controle de vacinação e microchip: para ter todos os dados do seu cachorro acessíveis.

· Aplicativos de reserva de acomodações “pet-friendly” com filtros para cães: úteis ao chegar nos EUA.

· Mapas de veterinários próximos ao destino: pesquisáveis por código postal ou cidade.

· Ferramenta de checklist de viagem para animais de estimação: você pode criar seu próprio roteiro digital com tarefas e documentos (vacinas, CVI, voo, caixa de transporte…).

Lista de veterinários e acomodações pet-friendly nos EUA

Ao viajar para os EUA, é uma boa ideia ter preparado um pequeno diretório local, por exemplo:

· Procurar um veterinário certificado para viajar internacionalmente na cidade ou estado para onde você vai.

· Identificar acomodações dog-friendly que aceitem cães (e de preferência sem restrição de raça ou tamanho).

· Verificar se essas acomodações permitem cães nas áreas comuns, se têm espaço para passeios e serviços adequados.

Em resumo: prepare este “kit” de recursos em casa e tenha-o como arquivo digital impresso e também no celular. E diante da menor dúvida, consulte diretamente o consulado dos EUA, a embaixada ou a autoridade veterinária do estado de destino.